terça-feira, 1 de outubro de 2013

Sempre inverno

Na janela está a bela dama
Com seu manto e seu olhar
Que lançado em fim de tarde
Busca a direção em horizonte escarlate.

Espera na noite
Um momento de paz
O brilho do luar
Ou o rabiscar de estrelas cadentes.

Vivo em seus pensamentos
Sou prisioneiro do seu coração
Navegando entre as estações da vida
No mar de lágrimas que caem no chão.

E quando chegar uma nova estacão
O vento frio avisará
Sobre o inverno.

Espero que seu coracão se liberte
E assim  me liberte
Para que não seja sempre inverno
Para que não sofra
O frio da solidão.                   

Eu e minha máquina do tempo

São 16:45 no velho relógio de bolso É inverno em Londres Fria tarde de 1875. Dias que passam sem sol Apenas nuvens vem dançar Carr...