sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Minhas pegadas na areia

Pés descalços
Chinelo na mão
Passeando na areia
Sou eu e o mar
Até a próxima onda voltar.

O barco bem longe
Se revela no amanhecer
Assim como os passáros
Garças brancas em reflexo
No azul do mar.

Ondas que vem e vão
Trazendo cartas
Em velhas garrafas
Histórias perdidas
Enfim encontradas.

Pegadas deixadas
Na beira do mar
Sigo meu caminho
Até o próximo amanhecer voltar.

Eu e minha máquina do tempo

São 16:45 no velho relógio de bolso É inverno em Londres Fria tarde de 1875. Dias que passam sem sol Apenas nuvens vem dançar Carr...