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sábado, 27 de novembro de 2010

Prisioneiro


 Acorrentado pelas magoas
Vou cantar uma canção
Como um Soldado do tempo
Nas estradas da solidão
Procurando encontrar
Quem sabe doce razão
Sendo Feroz solitário
Na verdade e razão
Sendo nobre assim
De Incertezas tentar
Quem sabe faça pensar
E esquecer o caminho
Que não me leva a razão.

Um lápis, um sorriso

Te admiro Lhe faço declarações Desenho jardins. Campos floridos E você a dançar Entre as folhas. Um sorriso Um lápis Um sonho Nossa...